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Como fidelizar os clientes em tempos de crise?

 

Vender mais para o mesmo cliente pode ser a melhor estratégia para garantir que as metas sejam batidas, principalmente, em tempos de crise econômica. É fato que nesses períodos tanto as pessoas quanto as empresas arriscam menos, evitam novas compras de produtos e serviços, assim como deixam de buscar novos vendedores. Ou seja, o vendedor deve se agarrar aos seus clientes e batalhar para que eles ampliem o ticket médio, fatos que, claro, podem render indicações e novos contatos.

Segundo pesquisas de Fred Reichheld, criador do Net Promoter Score, índice que mede a lealdade do cliente, um aumento de 5% na retenção de clientes pode gerar melhoria de 25% a 75% nos lucros, principalmente se forem clientes estratégicos com muito potencial.

Mas quais métodos utilizar para fidelizar o cliente? Como evitar que ele fale mal da minha empresa? Um desses métodos é praticamente infalível: garantir um pós-venda de qualidade! Sempre digo que o pós-venda é a pré-venda da próxima venda. E, apesar da repetição de palavras, essa é mesmo a melhor definição para essa técnica, que é tão importante quanto o primeiro atendimento, quanto a venda em si. É um erro acreditar que uma negociação se encerra com a assinatura de um contrato ou quando o comprador deixa a loja. A venda precisa ser encarada apenas como o primeiro passo de uma parceria que pode durar muitos anos.

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Sonho, trabalho e dinheiro aquece a ida de brasileiros

ao Japão

Ir trabalhar no Japão é o sonho de muitos jovens e pais de famílias de brasileiros e nipo-brasileiros e até dos ex-dekasseduis (os brasileiros descendentes de japoneses que já foram ao Japão como trabalhador não qualificado, e voltaram por algum motivo). A Agência de Empregos no Japão - Itiban, uma empresa brasileira com sede em Maringá, com filiais em várias cidades no Brasil e países como Peru e inclusive no Japão, possui muitas ofertas de empregos em todo território japonês.

 

E estima um aquecimento de empregos nas indústrias manufatureiras, principalmente nos setores de produção de automóveis (autopeças) e de aparelhos eletrônicos. Muitas empresas japonesas tentam diminuir o custo com a mão de obra, por um lado reduzindo o número de empregados em tempo integral e, por outro, mantendo uma tendência de garantir a mão de obra necessária com trabalhadores estrangeiros contratados por empreiteiras.

 

A imigração brasileira no Japão começou na década de 1980 e se fortaleceu uma década depois (1990), com o êxodo rural brasileiro para o Japão, como quando a terra do sol nascente se deparava com falta de mão de obra para as fábricas e indústrias. A reforma da política de controle imigratório do Japão promulgada em junho de 1990 foi um dos eventos mais marcantes para o Movimento Dekassegui de brasileiros ao Japão. Foi através desta política imigratória japonesa que muitos brasileiros de origem nipônica podiam e passaram a trabalhar no Japão legalmente.

 

“A previsão de crescimento em 2019 é de 20% a ida de brasileiros para o Japão trabalhar”, afirma o executivo Kleber Ariyoshi da Agência Itiban - Agencia de Empregos no Japão, a maior agência do setor no Brasil. Segundo ele, a previsão para até 2020 é de alta contratação. “Apesar de todas as dificuldades com o idioma, adaptação, o brasileiro ainda é considerado e visto pelos empresários japoneses como o melhor trabalhador entre outras nacionalidades”, assegura Ariyoshi.

 

“O serviço prestado pelo brasileiro é considerado o de melhor qualidade e o mais requisitado pelas empresas japonesas”, destaca o executivo brasileiro. De acordo com o executivo, os tempos mudaram, diferentemente da década de 1990 que o pai de família dividia a família, viajava sozinho para o Japão, passava três anos para juntar dinheiro e voltava para o Brasil. Hoje, politicamente correto, o perfil mudou, a família inteira viaja juntos para o Japão. “As Empreiteiras estão se adaptando com uma nova infraestrutura para receber essas famílias não só para o trabalho, mas também com moradias, escolas em português como Escola Pitágoras, UNIP, Alegria de Saber”, garante Kleber.

 

Para o Cônsul Geral do Japão em São Paulo, Yasushi Noguchi  explica que,” tecnicamente, o Japão é um país em pleno emprego, o índice de desemprego, de 2,8%, é o menor dos últimos 22 anos. O que falta no Japão é mão de obra”. Segundo ele, o país está lentamente saindo da recessão política econômica, se recuperando dos reflexos da crise financeira internacional. “O Japão é a terceira maior economia do mundo, ficando atrás da China, em segundo lugar, e dos Estados Unidos, em primeiro. Com o PIB per capita de 38 trilhões de dólares, é o segundo maior país desenvolvido do mundo. Com uma população que envelhece e encolhe 94 mil habitantes por ano, o Japão necessita muito da mão de obra estrangeira”, destaca.

 

“A tecnologia, as exportações, um dos componentes que mais contribui para a sequência expansiva da economia nacional, também se viram afetadas pelas interrupções na produção e no fornecimento da indústria japonesa causada pelas catástrofes naturais”, explica. “Nos últimos anos, o Japão está em evidência, o turismo cresceu através da propagação nas redes sociais, o que atrai muitos estrangeiros por sua gastronomia e natureza”, afirma.

 

De acordo com o cônsul Noguchi, estima-se que tenha hoje 200 mil brasileiros radicado no Japão. O aumento de solicitação de visto a trabalho poderá aumentar até 2020 impulsionados pelos jogos olímpicos em Tóquio.

Gustavo, fã dos Beatles no Brasil

Essa é a história do Gustavo Saldanha, paulistano, atualmente com cinco anos de idade.

Se você encontrar o Gustavo ao acaso, vai conhecer um menino tímido, com uma personalidade forte e jamais vai imaginar o que ele é capaz de fazer diante de um microfone, um baixo “Hofner” de papelão ou mesmo uma guitarra e violão de brinquedo. Até gaita ele já arriscou tocar. Através da lente do celular da sua mãe, lá está ele, um pequeno grande fã dos Beatles, que canta feliz canções do quarteto de Liverpool.

O Gustavo acorda cantando, brinca cantando, sua vida é praticamente um musical. Quando não está na escola, onde passa a maior parte do dia, gosta de usar seu tempo livre para cantar diante da TV, embalado pelas músicas do Beatles. É nesse momento que se solta e parece encontrar a felicidade e realização. Quando perguntado se ele quer ser famoso, subir em um palco e fazer um show, ele responde que não, parece que gosta de cantar sem muita ambição, talvez também por ser mais reservado e não gostar de se expor em público. O desejo dele é outro, muito difícil também de realizar, mas, para ele, não completamente impossível. Seu sonho é conhecer o Paul McCartney e ganhar um contrabaixo igual ao dele, Hofner, autografado pelo ídolo. Lamenta por não poder mais conhecer o quarteto todo, parece que gostaria de ter vivido naqueles anos em que os Beatles foram apresentados ao mundo e todos gritavam enlouquecidos quando cantavam suas canções.

A paixão do Gustavo não foi despertada em casa, mas sim na escola. Em maio de 2018 houve uma apresentação no dia das mães, para a qual ensaiaram algumas músicas dos Beatles. Desde então, ele se encantou por eles, suas músicas e histórias. Hoje sabe cantar ao menos dez músicas completas e trechos de várias outras, bem como conhece cada álbum e a ordem na qual algumas músicas aparecem neles. É algo que transcende sua idade e sem precedentes. Observa cada detalhe, os instrumentos o fascinam e sabe quais são utilizados em diversas canções. Desde o final de setembro seus pais decidiram, após conversarem com ele, eternizarem esses momentos mágicos em que canta e faz seus shows particulares, através da criação de uma conta para ele no Instagram (@beatles_alltogethernow), com a ideia de que um dia fosse visto pelo seu ídolo. Em pouco mais de um mês, já tem como seguidores diversos covers dos Beatles brasileiros e também de outros países, além do fã clube mais antigo da América Latina, o Revolution. Já recebeu elogios dizendo que será o futuro “sir Paul McCartney”, alguns já até o chamam de mini Beatle ou mini Paul. Apesar de se sentir lisonjeado, quer mesmo conhecer seu ídolo e poder tocar um instrumento de verdade, para o seu público fiel, que não perde um show na sala de sua casa.

 

Turquia celebra 95º aniversário da Proclamação da República com coquetel em São Paulo

 

Evento aconteceu no Clube Círculo Militar de São Paulo e reuniu cerca de 200 convidados

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na noite dessa segunda-feira (29), o Cônsul Geral da Turquia em São Paulo, Serkan Gedik, recebeu cerca de 200 convidados, entre autoridades e imprensa. O evento, que marcou a comemoração dos 95 anos da Proclamação da República Turca, aconteceu no Clube Círculo Militar, na capital paulista.

O artista Erol Erdinç foi o responsável por executar os hinos nacionais da Turquia e do Brasil, que deu início à cerimônia. Na sequência, os presentes ouviram uma mensagem enviada pelo Presidente da República da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan. Em seguida, a Secretária de Relações Internacionais do Governo do Estado de São Paulo, Ana Paula Fava, foi convidada a saudar os presentes.

Para fechar a cerimônia, Serkan Gedik, discursou sobre a boa relação existente entre Brasil e Turquia e ressaltou que, apesar da distância geográfica, Turquia e Brasil desenvolveram fortes relações, apontando 160 anos de relações bilaterais.  “Como centro comercial, financeiro, econômico e cultural do Brasil e da América Latina, São Paulo tem um papel importante nessas relações bilaterais”, reforçou Gedik.

 

Conheça os vencedores!

Prêmio Master Imobiliário

 

Na noite de 29/8 (quarta-feira), a FIABCI-Brasil (capítulo brasileiro da Federação Internacional Imobiliária, presidida por Rodrigo Luna, e o Secovi-SP (Sindicato da Habitação ), presidido por Flavio Amary, anunciaram os vencedores da 24ª edição do Prêmio Master Imobiliário, em cerimônia no Clube Atlético Monte Líbano, em São Paulo.

Os 22 trabalhos contemplados, entre as categorias Empreendimento e Profissional, e um hors-concours, foram conhecidos em meio a uma grande festa.

O Prêmio Master Imobiliário destaca o que há de mais inovador e criativo no setor e é fonte valiosa de inspiração para projetos e políticas que fomentam o crescimento econômico e social do Brasil.

 

 

Click e confira os vencedores

 

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