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SÃO PAULO MANTÉM RITMO

DE RETOMADA DAS ATIVIDADES

Com queda de casos e 38% de isolamento,

SP mantém ritmo de retomada das atividades

 

Médico analisa cenário e orienta “mesmo com a redução de casos e importantes avanços no combate

à pandemia, não é hora de descuidar da proteção individual e coletiva. Portanto, testagem,

máscaras e distanciamento social continuam imprescindíveis”

O calendário de retomada das atividades em São Paulo, segue avançando em todo o Estado. Pouco a pouco, as medidas de restrição ficam mais flexíveis e estabelecimentos reabrem suas portas.

O cronograma de retomada estabelece o fim das restrições de horários para comércio e serviços e libera estabelecimentos para ocupação total até 1º de novembro. Ainda assim, o distanciamento deve ser mantido e as aglomerações continuam proibidas. O decreto dispõe também sobre o uso de máscaras, que continua sendo obrigatório em todos os ambientes e dá autonomia às Prefeituras, para decidir sobre medidas mais rigorosas, de acordo com a situação de cada cidade.

Para a eficácia do plano, o Governo criou orientações que devem contribuir com empresas, começando pelos protocolos de acompanhamento da saúde dos seus profissionais, passando pelas normas de testagem e chegando ao envio de dados e resultados de exames. “Esses direcionamentos são fundamentais e ajudam as organizações privadas na prevenção e no acompanhamento das condições de saúde de seus colaboradores. Também permitem melhor compreensão da importância da notificação de testes, imprescindível para a segurança coletiva”, observa o patologista clínico do grupo Sabin, Alex Galoro.

“É essencial que os protocolos de testagem sejam colocados em prática para ajudar a diagnosticar e notificar casos, entender os reflexos pandemia de forma integrada, permitindo o isolamento e mitigando a propagação do coronavírus. Só assim, é possível que as companhias atuem de forma responsável”, detalha. O médico acrescenta ainda que o Grupo Sabin tem sido procurado por diversas empresas de eventos. “São companhias dos mais diversos portes e setores que têm investido em exames. Nas últimas semanas, temos observado uma procura ainda maior de gestores que querem organizar uma cerimônia segura e mais reservada, para poucas pessoas.”, destaca.

O médico detalha ainda que mesmo diante da redução de casos, é fundamental manter as medidas de proteção e os cuidados que já fazem parte da rotina de saúde. “Temos inúmeros estudos comprovando que o uso de máscaras reduz as infecções entre os adultos. Por isso, não podemos relaxar. É um dever de todos, não somente de estudiosos, especialistas ou autoridades de saúde, disseminar a importância do uso de máscara e promover uma compreensão melhor sobre a importância das vacinas, do controle de aglomerações e do distanciamento físico”, disse ele.

Em todo o país, mais de 1 milhão de testes foram aplicados

De acordo com os números da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica, a Abramed, no 1º semestre deste ano, os laboratórios privados fizeram mais de 8,4 milhões de testes. O levantamento aponta ainda que entre os meses março e junho de 2021, a média mensal de testes RT-PCR foi quase 5 vezes superior à do mesmo período em 2020, chegando a mais de 1,4 milhão em todo o país, um aumento que para a entidade, está diretamente ligado à retomada das atividades presenciais.

Em São Paulo, os indicadores do Sistema de Monitoramento da Secretaria de Estado da Saúde mostram que em todo, mais de 19 milhões de testes foram aplicados, entre março de 2020 a julho de 2021, nos formatos RT-PCR, teste rápido e similares, tanto nas redes pública e privada. O balanço mostra ainda que do total de exames RT-PCR feitos, 33,77% tem proporção de resultados positivos. “São números que chancelam como essa preocupação com a testagem, é fundamental para o sucesso de todo o processo de reabertura e flexibilização das medidas de enfrentamento”, observa Galoro.

Ainda de acordo com o especialista, cada etapa deste processo deve ser feita de forma cautelosa e responsável. “Uma das principais preocupações é conter qualquer sinal de uma nova onda de infecções. Por isso, todas as medidas que podem ser colocadas em prática a favor da saúde são essenciais”, enfatiza o médico e complementa “muitas iniciativas podem ser decisivas nesta fase. As mudanças de comportamento e hábitos sociais e, mais do que nunca, investir em práticas que atendam às exigências deste ‘novo normal’. Tem que ser um processo gradativo, cumprindo protocolos sanitários, que ajudam a identificar os métodos de rastreio e garantir a saúde e segurança dos colaboradores, respondendo de forma segura e eficaz às tantas mudanças necessárias”.